Em junho de 1980, em Uberaba, os irmãos Márcio e Mauro Cecílio recebem ferramentas e uma bancada montada num cômodo da casa da família. Começam com esquadrias e boxes de alumínio. Essa é a origem industrial da Mac; a história da qubo virá depois, alimentada por esse saber de oficina.
O release de dezembro de 2012 anuncia Sawabona para a Paralela Móvel de fevereiro de 2013. Eduardo Cecílio, então diretor de marketing, apresenta a intenção de desenvolver coleções autorais. Convites a Quadrante e Pedro Petry, ligados à coleção JK, ampliam esse repertório. São antecedentes da qubo dentro da Mac.
A apresentação qubo de 2014 reúne uma identidade, campos de atuação e princípios próprios. Sua missão é fomentar encontros; a visão propõe ambientes para a criatividade coletiva. Pluralidade, novos talentos, simplicidade e o equilíbrio entre cidade e natureza dão direção ao projeto antes do lançamento da coleção.
A Bons Ventos 01 documenta peças de moda de Camila Zupo, da Salpic Wearable Art, feitas com sobras têxteis da Mac, em diálogo com Bixiga Brasil e a ONG Novolhar. O processo amplia o campo de criação para além do mobiliário e oferece um antecedente concreto para pensar novos ciclos da matéria.
Nos 35 anos da Mac, a qubo é apresentada como coleção de mobiliário autoral. A primeira curadoria é da EM2 Design, de Mariana Betting Ferrarezi e Roberto Hercowitz. O booklet e a retrospectiva da Bons Ventos 01 ligam a coleção, seus autores e sua origem em 2015.
EM2 Design, Rahyja Afrange, Estúdio Ninho, Cláudia Mazzieri, Pepê Lima, Sérgio Matos, Ronald Scliar e Brunno Jahara compõem os oito núcleos apresentados no booklet de 2015. Eduardo articula o encontro com o estúdio curador. As peças conservam suas assinaturas: a casa é coletiva, e cada desenho tem um autor.
O release do espaço qubo descreve uma oficina de inventividades no Bixiga, com projeto de repaginação do Super Limão e aproximações entre produção, galeria e cidade. Eduardo situa a abertura em 2016. A dimensão espacial prolonga o propósito de criar ambientes para a criatividade coletiva.
O impresso de 2016 apresenta o Ninho João de Barro, de Marco Rocco, na coleção qubo. No mesmo ano, o release da DW! anuncia peças do Estúdio Ninho na Cafeteria Modelo, concebida pela FORM na EBAC; o dossiê cruza essa ação com fotografias da instalação. São autores distintos, em duas aproximações entre objeto e convivência.
A Bons Ventos 03 apresenta o mobiliário de Felipe Protti para o Vista Café, no MAC-USP, como coleção qubo desenvolvida pela Eos Lab. A mesma edição documenta a residência do OQ da Casa e um workshop Mac com IED/CRIED e Maverick, em julho de 2017, dedicado a resíduos de cumaru. Experimentar passa por reunir diferentes saberes.
Bons Ventos03 documenta a ambientação Mac no Grand Polo Charity Edition2017, na Sociedade Hípica Paulista. A reportagem identifica Eduardo presente como presidente e o Ninho João de Barro de Marco Rocco.
Bons Ventos03 anuncia um talk no DW com Roberto Hercowitz, Natascha Schlobach, Cadu Silva, Fernando Prado e Rodrigo Ohtake, mediado por Auresnede Pires Stephan, o Eddy.
O catálogo identificado como edição 2018 reúne treze núcleos autorais. Aos oito publicados em 2015 somam-se Márcio Sassine, Marco Rocco, Natasha Schlobach, OQ da Casa e Urutu. O convite da 33ª Paralela, em fevereiro de 2018, integra o acervo de circulação da marca.
Bom Dia, Tovarisch Da Costa! integra a XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. O projeto reúne Vera Odyn e os coletivos FORM e Scallops, em uma investigação sobre o cotidiano e os diálogos entre arquitetos brasileiros e soviéticos. O painel fotografado em setembro de 2019 inclui a assinatura institucional qubo.
A Alameda Gabriel Monteiro da Silva não é apenas uma rua; é onde o design brasileiro respira, dita tendências e encontra sua melhor expressão.
É com orgulho que anunciamos a chegada da qubo ao showroom da Mac Design.
Unimos a nossa pesquisa de formas escultóricas e matérias-primas nobres para a vida ao ar livre à tradição e curadoria impecável da Mac. Uma seleção criteriosa do nosso mobiliário colecionável agora ocupa um dos endereços mais emblemáticos de São Paulo — criado para ser sentido sob a luz natural, testado em cada detalhe ergonômico e especificado para transformar projetos residenciais e corporativos em galerias abertas.
Se você acredita que a área externa merece a mesma profundidade conceitual dos interiores, o seu novo ponto de parada na Gabriel é aqui.
A Deezign registra a abertura de sua guide shop em Moema, em junho de 2022, idealizada por Futon Company e Qubo. No mesmo ano, a cobertura da DW! apresenta uma nova qubo collection, reunindo outras linguagens e origens. A presença física e o repertório publicado continuam a se ampliar.
Desde 2015, a qubo transforma áreas externas em galerias a céu aberto. Nascemos com a inquietação de provar que o mobiliário outdoor brasileiro pode — e deve — carregar o rigor, a estética e a permanência do design colecionável.
Em 2022, damos o nosso passo mais tátil: a abertura do primeiro Guideshop qubo em São Paulo.
Escolhemos Moema para abrigar um espaço onde o tempo desacelera. Mais do que uma loja, nosso guideshop foi desenhado como um ateliê de experiência para arquitetos, paisagistas e amantes do bom design. Aqui, você não leva caixas para casa; você sente a textura das tramas, testa a ergonomia de cada curva, explora nossa cartela de acabamentos sob a luz natural e configura suas peças com atendimento consultivo personalizado. Da nossa curadoria direto para o seu projeto.
O sol, a chuva e o vento sempre fizeram parte da nossa matéria-prima. Agora, falta a sua presença.
Fotografias reunidas no acervo qubo. A indicação de ano refere-se à captura registrada; contexto, local e data do encontro seguem em conciliação editorial.
Fotografias reunidas no acervo qubo. A indicação de ano refere-se à captura registrada; contexto, local e data do encontro seguem em conciliação editorial.
Em 2026, a qubo completa onze anos desde a apresentação da coleção de 2015. Eduardo anuncia uma nova cosmovisão para os próximos anos: a trajetória acumulada passa a orientar o futuro da marca. Reunir documentos, reconhecer autorias e conectar os encontros é parte desse movimento. O passado oferece matéria; o presente escolhe como continuar.
Fotografias reunidas no acervo qubo. A indicação de ano refere-se à captura registrada; contexto, local e data do encontro seguem em conciliação editorial.